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Integrare

A tese da Integrare · 01 · A pergunta

Se a sua agência sumisse amanhã, o que sobraria?

Não é uma pergunta retórica. Faça a conta: o domínio está no seu CNPJ? A conta de Ads é sua? Você consegue exportar os leads hoje, sem pedir para ninguém?

Na maioria das empresas que passam por um diagnóstico da Integrare, a resposta é não para as três. O domínio foi registrado no CNPJ da agência. A conta de anúncios pertence ao gestor de tráfego. A base de contatos vive numa ferramenta que ninguém da empresa sabe abrir.

As três perguntas da abertura não são aleatórias. Domínio, mídia e base de contatos são os ativos mais caros de reconstruir do zero, e são justamente os que costumam ficar em nome de terceiros.

Sumir também não é hipótese exótica. Agência fecha, sócio sai, o gestor que tinha os acessos muda de emprego, o contrato acaba num dezembro qualquer. Nenhum desses eventos é raro, e todos produzem o mesmo efeito: alguém de fora precisa devolver o que a sua empresa pagou para construir.

O que isso significa é desconfortável. Anos de investimento em marketing não deixaram nada no balanço. Deixaram registro no extrato.

E a conta chega no pior momento. Quando o contrato termina, quando o preço sobe, quando o atendimento cai de qualidade. É nessa hora que você descobre quanto custa trocar de fornecedor: refazer o site, recomeçar o histórico de anúncios, reconstruir uma lista de contatos que sempre foi sua e você nunca teve em mãos.

A tese que organiza o trabalho da Integrare cabe numa frase. Marketing deveria terminar cada mês com mais patrimônio no seu nome, não com mais dependência do fornecedor.

Esta página explica por que o mercado costuma fazer o contrário, o que a economia tem a dizer sobre isso e como a Integrare opera para inverter a conta.

Nada do que vem a seguir depende de acreditar na Integrare. Depende de conferir, item por item, o que está registrado no nome da sua empresa.

Medir a dependência da sua empresa
02 Por que acontece

Não é má-fé. É o incentivo

Comece pela parte contraintuitiva: na maior parte dos casos não há má-fé. Há um modelo de remuneração que produz esse resultado sozinho.

A agência recebe por mês, e o mês seguinte depende do anterior. Esse desenho premia o que funciona enquanto se paga e desestimula o que continuaria funcionando depois. O produto que está sendo vendido não é a campanha. É a renovação.

Sob esse incentivo, manter a chave é conduta racional. Quem opera o domínio, a conta de anúncios e a base de contatos não faz isso por cálculo maldoso; faz porque foi assim que aprendeu a montar, e porque montar assim mantém o cliente por perto. A guarda dos acessos vira garantia contratual sem que ninguém precise decidir isso em voz alta.

Do outro lado do contrato aparece um passivo que não está registrado em lugar nenhum: a dependência. Ela não tem linha no balanço, não aparece no relatório mensal e não entra na negociação anual. Mas cobra. Cobra no dia em que você pede proposta a um concorrente e descobre que a troca custa mais do que a diferença de proposta.

Esse passivo é assumido sem que ninguém decida assumi-lo. A escolha da agência acontece sob pressão de prazo e é resolvida por preço, portfólio e química de reunião. Propriedade de ativo não entra na planilha de comparação porque não existe coluna para ela.

Depois, a assimetria vira preço. Quem tem a chave sabe quanto custa a sua saída, e quem sabe disso negocia diferente. Não é preciso má intenção para que o reajuste de um fornecedor insubstituível seja maior que o de um fornecedor substituível.

Daí a distinção que sustenta o resto desta página. A diferença entre alugar e construir não está na qualidade da campanha — campanha alugada pode ser excelente. Está em quem fica com o ativo quando a campanha termina.

Quatro coisas continuam trabalhando depois que a verba para: conteúdo indexado que segue aparecendo na busca, base de contatos que você aciona sozinho, reputação registrada em avaliações públicas e a estrutura técnica do site. Uma para de trabalhar no minuto exato em que o pagamento falha: o anúncio.

Vale definir ativo sem eufemismo. Ativo é o que continua no lugar quando o fornecedor sai: registro em nome da sua empresa, acesso administrativo que você concede e revoga, dado que você exporta sem intermediário. Se depende da boa vontade de alguém, não é ativo. É favor.

Nenhum dos dois modelos está errado isoladamente. Anúncio compra tempo, e tempo é o que falta a quem precisa vender agora. O erro é passar anos comprando só tempo e chegar ao fim sem nada acumulado para mostrar.

Como cada modelo se comporta ao longo do tempo

Locador de atenção

resultado é fluxo: existe só enquanto a verba é paga

verba paga · verba pausa · sem resultado novo

No instante em que o investimento pausa, o resultado pausa junto.

Construtor de ativos

resultado é estoque: acumula e permanece registrado

mesma pausa da mídia, sem efeito no acúmulo

O investimento pausa; o estoque construído continua registrado no seu nome.

Um modelo entrega fluxo que cessa quando o investimento pausa. O outro acumula estoque que permanece, mês após mês.

Comparação entre os dois modelos ao longo do tempo: o locador de atenção entrega resultado que cessa no instante em que o investimento em mídia paga pausa; o construtor de ativos acumula estoque que permanece e continua crescendo depois dessa mesma pausa.
03 O teste do sumiço

Antes de continuar, meça a sua

São quatorze perguntas objetivas sobre cinco frentes: domínio, dados, mídia, site e conteúdo. Leva dois minutos.

O resultado aparece na tela, sem cadastro e sem pedir e-mail. Suas respostas não são enviadas nem armazenadas por nós: o cálculo acontece no seu navegador.

No fim você tem um número de 0 a 100 e a leitura frente por frente: onde a sua empresa já é dona do que pagou e onde ainda depende de terceiros para operar. Duas perguntas valem um alerta à parte, porque perder o domínio ou a base de contatos não atrasa a operação — interrompe.

As perguntas são de sim ou não de propósito. “Acho que sim” conta como não: acesso que não está confirmado hoje não vai estar disponível na hora em que você precisar dele.

Vale responder mesmo que a sua empresa não tenha agência contratada. Freelancer, fornecedor pontual e time interno produzem a mesma concentração quando ninguém documenta onde cada ativo está e quem responde por ele.

Responda com o que você sabe hoje, sem consultar ninguém. Se for preciso perguntar à agência se um acesso é seu, a resposta provavelmente já é não. O teste não mede confiança no fornecedor. Mede o que está documentado.

14 perguntas · Sim ou não · Cerca de dois minutos

de 14 respondidas

Domínio e identidade

Vale 25 dos 100 pontos

O domínio do site está registrado no CNPJ da sua empresa? Crítica

Você acessa o painel do registrador (Registro.br, GoDaddy) sem intermediário?

Dados e contatos

Vale 25 dos 100 pontos

Você consegue exportar hoje a base completa de leads, sem pedir para ninguém? Crítica

O CRM ou a planilha de contatos está numa conta da sua empresa?

Você tem acesso administrativo ao Google Analytics, com o histórico completo?

Mídia e histórico

Vale 20 dos 100 pontos

A conta de Google Ads está no seu ID de cliente, com você como administrador?

O pixel do Meta está num Business Manager da sua empresa?

Você tem acesso ao histórico de campanhas dos últimos 12 meses?

Site e código

Vale 15 dos 100 pontos

O código-fonte do site está num repositório que você controla?

A hospedagem está contratada em nome da sua empresa?

Você consegue publicar uma alteração no site sem depender da agência?

Conteúdo e ranking

Vale 15 dos 100 pontos

Os textos e imagens produzidos têm cessão de direitos documentada para você?

Você tem acesso ao Google Search Console da propriedade?

Existe backup do conteúdo publicado fora do servidor da agência?

Seu resultado

de 100

O número é a soma dos ativos que, pela sua própria resposta, já estão no nome da sua empresa. Cem significa que nada do que você construiu depende de terceiro para continuar existindo.

Alerta à parte

Você respondeu não a pelo menos uma das duas perguntas que interrompem a operação: o registro do domínio e a exportação da base de contatos. Perder qualquer um dos dois não atrasa o trabalho — para o trabalho. Esses dois itens não alteram o número acima; eles pesam por fora dele.

Frente por frente

Você respondeu não a das quatorze perguntas. São estas — cada uma é um item que hoje não está documentado no nome da sua empresa:

Vale anotar essa lista antes de fechar a página. Ela é a pauta da próxima conversa com quem cuida do marketing da sua empresa.

Você respondeu sim às quatorze perguntas. Nesse caso o teste não tem nada a apontar: o que resta é manter a documentação em dia, porque acesso que ninguém confere volta a se perder na próxima troca de fornecedor.

O resultado é calculado no seu navegador · Responder não envia nada para a Integrare

04 O que a economia diz

O problema já tem nome na economia

O que está descrito acima não é uma peculiaridade do marketing digital. É um problema clássico de organização econômica, estudado desde os anos 1930: quando comprar de fora sai mais caro do que parece, e o que sobra para a empresa depois que a compra termina. Quatro autores bastam para descrever o que acontece com a sua.

Ronald Coase · 1937

A natureza da firma

Coase perguntou por que existem empresas, se em tese o mercado coordena tudo por preço. A resposta é que usar o mercado custa: procurar fornecedor, negociar, fiscalizar e refazer o combinado a cada ciclo.

Empresas existem para internalizar o que sai caro demais comprar avulso toda vez. Marketing terceirizado sem transferência de ativo é o pior dos dois mundos: paga preço de mercado e não constrói capacidade interna.

Oliver Williamson · 1985

Custos de transação, ou o custo de trocar de fornecedor

Williamson mostrou que esse custo dispara quando o investimento é específico: vale muito dentro daquela relação e quase nada fora dela. Uma conta de anúncios com histórico é o exemplo perfeito.

Todo contrato tem um custo escondido de negociar, monitorar e trocar de fornecedor. Quando o fornecedor detém seus ativos, o custo de trocar é proibitivo — e ele sabe disso.

Douglass North · 1990

Path dependence, ou dependência de trajetória

North estudou por que economias com regras parecidas terminam em lugares diferentes. A trajetória pesa: escolhas antigas fecham portas futuras, e ninguém recomeça de uma folha em branco.

O que você constrói hoje condiciona o que é possível amanhã. Conteúdo indexado e base própria acumulam; campanha pausada não acumula nada.

Teece, Pisano e Shuen · 1997

Capacidades dinâmicas

Os três descreveram por que empresas com recursos parecidos entregam desempenhos distintos. A diferença está em recombinar o que se tem quando a regra do jogo muda — e a regra muda a cada atualização de algoritmo.

Vantagem não está em ter recursos, está em reconfigurá-los quando o ambiente muda. Quem não controla os próprios ativos não consegue reconfigurar nada.

As quatro se encaixam numa frase. Comprar de fora tem custo; o custo cresce quando o fornecedor guarda o ativo; o que você deixa de guardar hoje limita o que dá para fazer amanhã; e sem controlar o ativo não há como reagir quando o mercado muda.

Com isso, se você respondeu o teste, o número deixa de ser curiosidade. Um score baixo não quer dizer que a agência anterior foi ruim. Quer dizer que o contrato foi desenhado de um jeito que deixou alto o custo de trocar e baixa a sua capacidade de reagir.

Quer dizer também que dá para inverter, item por item. Cada pergunta respondida com não é uma transferência pendente: um domínio para migrar, um acesso administrativo para conceder, uma exportação para entregar, um repositório para passar adiante. Nenhuma delas exige trocar de fornecedor. Todas exigem escrever no contrato quem fica com o quê.

Traduzido para contrato, isso vira uma lista curta: em nome de quem cada ativo é registrado, quem tem acesso administrativo, com que frequência os dados são exportados e o que acontece no dia em que a relação terminar. Quatro cláusulas cabem numa página e mudam o custo de sair.

O resto desta página descreve a estrutura que torna essas cláusulas exequíveis.

Os três custos que decidem se o cliente chega até o fim

  1. 01

    Encontrar

    Custo de busca

    Reduzido por SEO técnico e presença em modelos de linguagem.

  2. 02

    Confiar

    Custo de negociação

    Reduzido por autoridade editorial e prova social, antes do contato humano.

  3. 03

    Concluir

    Custo de execução

    Reduzido por UX e integração de sistemas.

Reduzir os três custos é o que transforma visita em cliente.

Os três custos de transação que determinam se o cliente completa a jornada até a compra: custo de busca, reduzido por SEO técnico e presença em modelos de linguagem; custo de negociação, reduzido por autoridade editorial e prova social antes do contato humano; e custo de execução, reduzido por UX e integração de sistemas.
05 Duas estruturas

Dois ritmos não cabem na mesma estrutura

Marketing recorrente e projeto técnico são trabalhos com relógios diferentes. O recorrente vive de calendário: o conteúdo de quinta sai na quinta, a campanha do mês sobe no dia primeiro, o relatório fecha no dia cinco. O projeto vive de escopo: a migração de servidor termina quando termina, e antes disso não existe entrega parcial que sirva para alguma coisa.

Quando os dois moram na mesma equipe, o recorrente sempre ganha. Ele tem data marcada e cliente esperando. O projeto técnico escorrega uma semana, depois outra, e a fundação que deveria sustentar o ano inteiro fica pronta em novembro.

O contrário também acontece. Uma migração mal dimensionada consome o time por três semanas e o mês de conteúdo vira remendo. Nas duas direções, um trabalho contamina a eficiência do outro — e o cliente paga a conta das duas vezes.

Daí a divisão em duas estruturas, com coordenação estratégica única e vocabulário compartilhado. O que se separa é a execução e o risco. A leitura do problema continua sendo uma só.

Agência Integrare

Editorial, mídia e governança, ou quem responde por cada ativo

Responde pelo que se repete todo mês: pauta, redação, design, veiculação de anúncios, leitura de dados e relatório.

O sentido é estreito e verificável: fica escrito quem é dono de cada ativo, quem tem acesso administrativo e quem pode conceder ou revogar esse acesso.

Rede Integrare

Desenvolvimento, infraestrutura e segurança

Responde pelo que tem começo e fim: sistema, integração entre ferramentas, servidor, certificado, backup e correção de vulnerabilidade.

Trabalha por escopo fechado e entrega código em repositório — que é o formato em que software se transfere de dono.

Coordenação única quer dizer que o diagnóstico que orienta a pauta é o mesmo que orienta a arquitetura do sistema. Você não precisa repetir o briefing, o documento que descreve o pedido, para dois fornecedores diferentes, e nenhum dos dois lados pode alegar que o problema é do outro.

O efeito prático aparece na entrega. A sua empresa recebe um sistema sob medida em vez de uma vitrine montada em construtor de sites. A diferença não é de gosto. Construtor cobra assinatura e guarda o código: no dia em que o pagamento para, a página sai do ar. O conteúdo você exporta, porque as plataformas permitem isso; o que foi construído em cima delas — layout, templates e integrações — não sai junto e precisa ser refeito na plataforma seguinte. Sistema próprio tem repositório, servidor e domínio no seu nome, e os três mudam de mãos por um procedimento conhecido: repositório e servidor assim que os acessos são concedidos, domínio no prazo do registrador, que se conta em dias.

Coordenação estratégica Um diagnóstico, um vocabulário, duas execuções

O que se repete todo mês

Agência Integrare

  • Time editorial
  • Time de mídia
  • Estratégia
  • Governança

O que tem escopo fechado

Rede Integrare

  • Desenvolvimento
  • Infraestrutura própria
  • Segurança digital

Um diagnóstico só. Duas execuções com relógios diferentes.

As duas estruturas sob coordenação estratégica única: Agência Integrare responde pelo que se repete todo mês — time editorial, time de mídia, estratégia e governança. Rede Integrare responde pelo que tem escopo fechado — desenvolvimento, infraestrutura própria e segurança digital.
06 A substituição

Trocar aluguel por patrimônio, mês a mês

O objetivo do primeiro ano cabe numa frase: chegar em dezembro com a maior parte do que traz cliente funcionando sem depender de verba diária. A mecânica tem três fases, e nenhuma delas é uma promessa de número.

Mês 1 ao 3 · Tração

A mídia paga responde pela maior parte dos contatos. É deliberado: ninguém aguenta um trimestre com o telefone mudo enquanto a fundação é construída. Anúncio compra tempo, e tempo é o que falta no começo.

Por baixo da campanha são montados o site, a medição, a base de contatos e os primeiros conteúdos. O custo por contato desta fase é o mais alto do ano — você está pagando aluguel enquanto a obra sobe.

Mês 4 ao 8 · Cruzamento

O conteúdo publicado no início é indexado e passa a trazer visita sozinho. A verba de mídia não é cortada; ela muda de endereço.

Sai dos temas que o orgânico já cobre e vai para os que ainda não cobre — lançamento, produto novo, região sem presença. O mesmo dinheiro comprando um problema diferente.

Mês 9 ao 12 · Estabilização

A maior parte do volume vem de páginas que já estão no ar. Cada visita adicional custa pouco, porque o custo foi pago quando o texto foi escrito.

A mídia continua, menor e mais cirúrgica. E o que sustenta o resultado agora é seu: o texto está no seu domínio, o contato está na sua base.

Duas ressalvas, porque a curva não é lei da natureza.

A proporção varia por setor. Onde a busca é rasa — categoria nova, produto que ninguém procura pelo nome — o orgânico entrega menos e a mídia segue como canal principal no fim do ano. Onde a busca é densa e a concorrência escreve pouco, o cruzamento vem antes.

E o cruzamento é observado, não prometido. Ele aparece no painel quando aparece, medido pela origem declarada de cada contato, e vai para o relatório do mês com o número que existir. Se não aconteceu, o relatório registra que não aconteceu e a decisão seguinte é tomada com essa informação na mesa. Contrato que crava mês de virada está vendendo o que não controla.

O que muda ao longo do ano não é quanto a sua empresa investe. É de quem é o resultado no dia em que o investimento parar.

07 A rotina

Quatro semanas que se repetem

O mês de trabalho tem quatro semanas com função definida. A sequência é a mesma em janeiro e em agosto, e você sabe de antemão o que acontece em cada uma delas.

S01

Briefing e leitura

O ciclo abre pelo mês anterior: o que foi publicado, o que trouxe contato, o que não trouxe. A pauta nova entra depois. Decidir a pauta antes de ler o resultado é decidir por opinião.

S02

Produção paralela

Redação, design, código e mídia avançam ao mesmo tempo, não em fila. O texto não espera o layout e o layout não espera o deploy, que é a subida do código para o ar.

S03

Aprovação

QA técnico, a bateria de testes do que foi construído, de um lado; revisão editorial do outro; sua aprovação no fim. O que entra aqui é o que foi combinado na S01. Escopo não se renegocia nesta semana.

S04

Publicação

Conteúdo no ar, deploy em produção, envio para indexação. O mês termina com coisa publicada, não com coisa aprovada esperando fila.

O argumento por trás do calendário é o mesmo da página inteira. Rotina previsível é o que permite acumular.

Cada ciclo fechado deixa um artefato registrado no seu nome: um texto indexado, uma página em produção, um relatório assinado. Doze ciclos deixam doze camadas, e é a soma delas que aparece no décimo terceiro mês.

Escopo renegociado toda semana não acumula. Recomeça. A equipe gasta o mês combinando o que vai fazer, entrega menos e entrega tarde, e o que sobra no fim do ano é histórico de reunião.

Previsível não quer dizer rígido. Mercado muda, concorrente lança, um número cai sem aviso. Quando isso acontece, o rumo muda na S01 do ciclo seguinte, com o motivo escrito. A diferença entre mudar e improvisar é o registro.

08 A prova

O que dá para conferir

Tudo o que veio até aqui é argumento. O que segue é o que a sua empresa consegue verificar antes de assinar qualquer coisa.

7+ anos

de operação continuada, com equipe própria.

100+ clientes

atendidos no Brasil e nos Estados Unidos.

200+ projetos

entregues. Parte deles está descrita, com nome do cliente e escopo, no portfólio público.

5,0 no Google

de média, com 45+ avaliações públicas no perfil da Integrare. São públicas: você lê todas sem pedir autorização a ninguém.

3+ anos

como agência de Conexão Implantes e da EFF Dental.

50+ funcionários

na YouMais Dental, estruturada com a Integrare da concepção à operação — marca, sistema e rotina de aquisição montados antes do primeiro atendimento.

20+ identidades visuais

desenvolvidas para clínicas médicas e odontológicas.

Falta uma coisa nessa lista, e a falta é deliberada.

A Integrare não publica resultado percentual de cliente sem duas condições: autorização de quem é dono do dado e a metodologia que produziu o número. Percentual sem período de comparação, sem linha de base e sem menção ao que mais mudou no mesmo intervalo não é evidência. É enfeite. Número desse tipo é fácil de escrever, impossível de auditar, e uma página que argumenta contra promessa vaga não pode se sustentar em promessa vaga.

Isso é escolha, não omissão. Os números existem, estão nos relatórios mensais e pertencem às empresas que os geraram.

O que você pode pedir numa reunião, e costuma ser concedido: conversar com um cliente em contrato hoje, ler um relatório mensal real com a autorização de quem assina, e ver o painel de um projeto em andamento. Prova que você confere vale mais do que percentual que você precisa acreditar.

09 O que fica de fora

Quando procurar outra empresa

Nem todo problema de marketing é o problema descrito nesta página. Abaixo estão cinco situações em que a Integrare é a escolha errada. Cada uma vem escrita como a pergunta que costuma ser feita antes de alguém perceber isso.

Dá para contratar só um pacote de posts por mês?

Não. A produção da Integrare parte de uma tese sobre o problema do negócio, e a tese vem do diagnóstico técnico que abre a relação, o levantamento do que a sua empresa já tem registrado em nome próprio. Sem essa etapa o que sai é volume: posts corretos que não respondem a nenhuma pergunta específica do seu mercado. Quem precisa de quantidade constante a preço baixo encontra isso mais rápido em uma produtora de conteúdo.

Em quanto tempo aparecem os primeiros resultados?

Mídia paga traz contato nas primeiras semanas. O que a Integrare constrói — conteúdo indexado, base própria, estrutura técnica — costuma levar de três a seis meses para dar os primeiros resultados consistentes, e de seis a doze para consolidar. Se a sua empresa precisa resolver o caixa em trinta dias, contrate gestão de tráfego pontual e volte a esta conversa depois. Contratar um método de acumulação para um problema de urgência frustra os dois lados.

Preciso entregar os acessos do meu domínio e das minhas contas?

Você concede acesso, não entrega propriedade: tudo é registrado no CNPJ da sua empresa, e o acesso da Integrare é administrativo, concedido por você e revogável por você a qualquer hora. Mas conceder é condição. Sem entrar no domínio, no servidor e na conta de anúncios, não há como construir nem como transferir ativo nenhum. Se a política da sua empresa não permite dar acesso administrativo a fornecedor, o trabalho não começa.

A agência pode assumir a decisão de marketing da minha empresa?

Não. A Integrare executa e recomenda com o número na mesa; a decisão fica com quem responde pelo resultado dentro da empresa. Isso exige alguém do seu lado com autoridade para aprovar e uma hora por mês na reunião que abre o ciclo mensal, em que o resultado do mês anterior é lido e a pauta do mês seguinte é decidida. Quem quer terceirizar a decisão, e não a execução, precisa de um sócio ou de um diretor de marketing contratado — não de uma agência.

Quanto custa contratar a Integrare por mês?

Não há tabela por peça nem preço de balcão, e o valor fechado só sai depois do diagnóstico. O que dimensiona o contrato são três coisas, e você consegue estimar as três sozinho antes de qualquer reunião: quantos ativos precisam ser construídos ou recuperados — domínio, site, base de contatos, medição —, quanto se publica por mês e se existe projeto técnico no meio, como sistema, integração ou migração de servidor. Quem já tem os ativos no próprio nome contrata menos do que quem precisa reconstruir os quatro. O número aparece na proposta, ao lado do escopo que o justifica, e uma faixa pode ser pedida antes disso, na conversa inicial. Agora, se a escolha do fornecedor vai ser feita por preço por post, sempre haverá alguém mais barato — e, dentro desse critério, a comparação estará certa.

10 Como começa

Cinco passos, os dois primeiros sem custo

Nada aqui exige compromisso antes do quarto passo. Os dois primeiros existem justamente para que a decisão do quarto seja tomada com informação.

01 · Conversa exploratória

Uma hora, sem custo, com quem vai conduzir o trabalho. O assunto é o seu negócio, não o portfólio da agência.

02 · Diagnóstico técnico

De cinco a sete dias, sem custo para empresas com operação digital ativa — site no ar, campanha em veiculação ou base de contatos em uso. Levantamento do que existe hoje: domínio, hospedagem, conta de anúncios, base de contatos, conteúdo indexado e desempenho técnico do site. É aqui que a hipótese da primeira hora vira documento: cada item é conferido no registro de domínio, no registrador e nos painéis de cada conta, e o que sai é a lista do que está em nome de quem, com a origem de cada informação anotada ao lado. O documento é seu.

03 · Workshop de tese

Sessão de trabalho com o seu time para transformar o diagnóstico em hipótese: qual problema econômico o marketing da sua empresa precisa resolver, para quem, e por qual rotina.

04 · Proposta dimensionada

Escopo, prazo, preço e os indicadores pelos quais o trabalho será cobrado. Inclui plano de saída: o que a sua empresa leva e em quantos dias, caso o contrato termine. Quem escreve o plano de saída na proposta não depende de prender o cliente.

05 · Kickoff

A reunião de partida do contrato: transferência dos registros que estiverem em nome de terceiros, concessão de acessos, calendário do primeiro ciclo e a S01 do mês 1.

O que você tem em mãos ao fim da primeira hora

Uma primeira leitura da sua estrutura digital

O que dá para enxergar em uma hora de conversa: o que existe, onde provavelmente está cada ativo e quais registros precisam ser conferidos. É hipótese e direção, não levantamento. Dizer em nome de quem cada coisa está registrada exige abrir registro de domínio, registrador e painéis, e isso é o diagnóstico do passo 02.

Uma hipótese de público-ideal

Quem de fato compra, paga em dia e volta — colocado lado a lado com o público-alvo que a sua empresa declara atender. A distância entre os dois costuma explicar boa parte do custo de aquisição.

O custo de transação dominante no seu funil

O ponto em que o cliente desiste porque decidir dá trabalho demais: preço que não aparece, prova que não existe, formulário longo, resposta que demora dois dias. É quase sempre um só, e é o mais barato de corrigir.

Uma indicação de por onde começar

Inclusive quando a resposta é que ainda não é hora de contratar agência nenhuma, e o próximo passo é interno.

Você leva as quatro coisas mesmo que não contrate nada. São suas, saem da reunião com você, e servem para negociar com qualquer fornecedor.

Conversa exploratória · Uma hora · Sem custo

Comece pela pergunta que abriu esta página

Se a sua agência sumisse amanhã, o que sobraria? A primeira hora existe para responder isso com o que está registrado, não com o que se imagina.

O botão abre o formulário de contato do site. Você escreve em poucas linhas o que precisa, e a equipe da Integrare responde para combinar o horário — é a mesma conversa do passo 01, com quem vai conduzir o trabalho. O diagnóstico técnico só entra depois, se você quiser.

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