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Marketing Digital para E-commerce

Mais pedidos com margem no seu e-commerce: tráfego que vende, loja que converte e cliente que volta a comprar sem depender só de anúncio.

01 Por que escolher 01 / 07

Por que escolher a Integrare para E-commerce?

01

Venda com margem

Campanhas medidas pelo que sobra de cada pedido depois de mídia, frete, taxa e comissão, não só pelo faturamento.

02

Checkout que converte

CRO na página de produto, no carrinho e no checkout, com teste e medição por etapa do funil.

03

Cliente que volta

E-mail e automação de pós-compra, reposição e carrinho abandonado para baixar o custo de aquisição com recompra.

O marketing para e-commerce começa por uma pergunta que o anúncio sozinho não responde: quanto sobra de cada pedido depois de mídia, frete, taxa de pagamento e comissão? O dono de loja virtual busca mais vendas, mas o que mantém a operação de pé é venda com margem e cliente que compra de novo.

A loja on-line não tem conselho profissional, mas tem regras: o Código de Defesa do Consumidor, o Decreto 7.962/2013, que trata do comércio eletrônico, a LGPD para a base de e-mails e as políticas do Google e da Meta, que reprovam anúncio e suspendem conta. A demanda se concentra em três lugares: o Google (busca e Shopping), os marketplaces, onde o Mercado Livre funciona como buscador de produto, e o Instagram, que gera desejo antes da busca.

Esta página mostra como o lojista pesquisa uma agência, o que as regras permitem e a ordem de implantação que usamos para lojas próprias e operações que também vendem em marketplace.

Como o lojista pesquisa marketing para a loja

O dono de e-commerce chega com um problema concreto. As buscas mais comuns são "marketing para e-commerce", "agência de marketing digital para e-commerce", "como aumentar as vendas da loja virtual", "loja virtual não vende", "tráfego pago para loja virtual", "Google Shopping para e-commerce" e, quando a operação já tem base, "recompra ecommerce" e "e-mail marketing para loja virtual". Quem está decidindo onde vender pesquisa "vale a pena vender no Mercado Livre" e "marketplace ou loja própria".

Para essas consultas, o Google mostra guias de plataformas (Nuvemshop, Tray, Shopify), diretórios e listas de agências e algumas agências de nicho. Para quem quer comparar fornecedores, o nosso guia sobre onde encontrar agências de marketing para e-commerce mostra o que perguntar antes de contratar.

A decisão de contratar costuma seguir estas etapas:

  • Sintoma: o investimento em anúncio sobe e o faturamento não acompanha, ou a loja recebe visita e não converte.
  • Diagnóstico próprio: o lojista olha o painel da plataforma, testa outra campanha, troca o tema da loja.
  • Comparação: conversa com duas ou três agências e pede casos de lojas parecidas, no mesmo ticket e na mesma categoria.
  • Teste: contrato curto, com meta de ROAS ou de custo por pedido, antes de ampliar o escopo.

O calendário do varejo dita os picos: Dia do Consumidor em março, Dia das Mães em maio, Dia dos Namorados em junho, Dia dos Pais em agosto, Black Friday em novembro e Natal. A preparação começa dois meses antes, com base de e-mails aquecida e catálogo revisado; quem começa na semana da data compra mídia no leilão mais caro do ano.

O que as regras permitem

  • Código de Defesa do Consumidor: o preço anunciado precisa ser o preço cobrado, a oferta vincula a loja e o cliente pode desistir da compra on-line em até 7 dias após o recebimento (artigo 49), com devolução do valor pago. Isso entra na conta de margem de cada campanha.
  • Decreto 7.962/2013: a loja precisa informar razão social, CNPJ, endereço, as condições da oferta e um canal de atendimento eficaz. Página de produto e checkout sem essas informações perdem conversão e expõem a loja.
  • LGPD: e-mail e WhatsApp de marketing exigem base legal, normalmente o consentimento no cadastro, e opção de descadastro em toda mensagem. Lista comprada não tem consentimento e derruba a entrega dos e-mails.
  • Produtos regulados: bebida alcoólica, suplemento e cosmético têm limites próprios. Anúncio de bebida segue o Código do CONAR e exige segmentação para maiores de 18 anos no Google e na Meta; cosmético não pode prometer efeito terapêutico.
  • Políticas das plataformas: o Google Merchant Center reprova produto com preço, frete ou disponibilidade divergentes da loja, e a Meta restringe anúncio de saúde e estética com antes e depois ou promessa de resultado.

O que fazemos e em que ordem

1. Performance Marketing: a conta antes da mídia

Antes de subir campanha, montamos a conta por produto: preço, custo, frete, taxa, comissão do marketplace e o ROAS mínimo para empatar. Muitas lojas descobrem aqui que vendem com prejuízo nos itens que mais anunciam. A calculadora de margem para marketplace faz essa conta para quem vende no Mercado Livre, na Shopee e na Amazon, e ajuda a decidir o que fica no marketplace e o que vai para a loja própria.

2. E-commerce e CRO

Com a conta fechada, otimizamos onde o pedido se perde: página de produto (foto, prova de uso, prazo de entrega visível), carrinho, frete calculado cedo e checkout com poucos campos. CRO no e-commerce é feito com teste e medição por etapa do funil, não com troca de tema. O SEO da loja entra aqui: categorias, fichas de produto e conteúdo de compra, como mostra o nosso guia de SEO para e-commerce.

3. Tráfego Pago e Performance

Google Shopping e campanhas de máxima performance para quem já busca o produto, Meta Ads para criar desejo e remarketing para quem visitou e não comprou. Orçamento distribuído por margem do produto, não por volume de cliques.

4. Social Media e recompra

Instagram com produto em uso, bastidores e conteúdo que dá motivo para voltar à loja, somado a e-mail e automação: carrinho abandonado, pós-compra, reposição para itens de consumo e campanhas por segmento. A recompra é o que baixa o custo de aquisição ao longo do ano.

No portfólio, a Integrare desenvolveu a Capit Store, loja de bebidas com plataforma própria em Laravel; o e-commerce e o rebranding da Lesii Brand, marca de moda de Paranavaí; e a identidade visual e as peças de redes da Ana Cosméticos. Atendemos lojas em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis e Maringá, e operações de outras cidades a distância.

Resultados esperados e prazos

  • 30 dias: conta de margem por produto pronta, rastreamento de pedidos e receita conferido (plataforma, Google Analytics e painéis de anúncio batendo), feed de produtos corrigido e campanhas reorganizadas. Indicadores: ROAS e custo por pedido por campanha.
  • 90 dias: melhorias de CRO no ar, automações de carrinho e pós-compra rodando e verba concentrada nos produtos que dão margem. Indicadores: taxa de conversão por etapa, receita de e-mail e margem de contribuição por canal.
  • 180 dias: base de clientes segmentada, primeiras categorias ganhando busca orgânica e decisão tomada sobre o papel de cada canal (loja própria, marketplace, Instagram). Indicadores: taxa de recompra, receita por cliente e participação do orgânico e do e-mail no faturamento.

Não prometemos ROAS nem faturamento: eles dependem de preço, estoque, frete e categoria. Mostramos todo mês quanto cada canal vendeu e quanto sobrou.

03 Casos 03 / 07

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05 Dúvidas frequentes 05 / 07

Perguntas frequentes

Comece pela conta de margem por produto, para saber qual ROAS paga cada venda. Depois corrija a página de produto e o checkout, ligue o Google Shopping para quem já busca e use a Meta para criar desejo e fazer remarketing. Por fim, monte e-mails de pós-compra e recompra. A ordem importa: tráfego numa loja que não converte só encarece o pedido.

Depende da margem, não de um percentual fixo do faturamento. Calcule o ROAS mínimo que empata a venda de cada produto e invista onde o retorno fica acima dele. Para começar, uma verba que gere pedidos suficientes para medir conversão em duas a quatro semanas é mais útil do que um orçamento alto espalhado em muitas campanhas.

Peça casos de lojas com ticket e categoria parecidos com os seus, pergunte como a agência mede resultado (ROAS, margem ou só cliques) e quem acessa as contas de anúncio. Desconfie de promessa de faturamento. Um contrato inicial curto, com meta clara de custo por pedido, mostra rápido se a parceria funciona.

O marketplace traz demanda pronta e cobra comissão e frete; a loja própria exige investir em tráfego, mas guarda o cliente e a margem da recompra. Muitas operações usam os dois: marketplace para giro e descoberta, loja própria para clientes que voltam. A decisão sai da conta de margem de cada produto em cada canal.

ROAS é a receita gerada dividida pelo valor investido em anúncios. Não existe número bom universal: uma loja com margem de 50% empata com ROAS 2, uma com margem de 25% precisa de ROAS 4. Por isso o ROAS mínimo é calculado por produto, a partir de custo, frete, taxas e comissões.

Peça consentimento para e-mail e WhatsApp no checkout, mande uma sequência de pós-compra com uso do produto e avaliação, crie lembrete de reposição para itens de consumo e segmente campanhas por histórico de compra. Meça a taxa de recompra em 90 e 180 dias e a receita que vem da base, não só a taxa de abertura.

Sua loja sabe quanto sobra de cada pedido?

Mostre seus números de mídia e vendas. Montamos a conta de margem e o plano de canais da sua loja.

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