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Marketing para Imobiliárias e Construtoras

Leads de comprador com renda e bairro definidos, medidos até a visita e a proposta, para imobiliárias, incorporadoras e escritórios de arquitetura.

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Por que escolher a Integrare para Imobiliárias, Construtoras e Arquitetos?

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Lead medido até a venda

Site, portais e anúncios ligados ao CRM, com custo por visita e por proposta, não só por contato.

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Página por empreendimento

Plantas, metragens, obra e simulador de parcela em uma página que responde ao comprador antes da visita.

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Anúncio dentro da lei

Registro da incorporação, CRECI, regras do CAU e oferta conferida contra o CDC antes de cada peça ir ao ar.

O marketing imobiliário trabalha com a compra mais pensada da vida de uma família: o apartamento financiado em trinta anos, a casa em condomínio, o terreno para construir, o projeto de arquitetura da reforma. O comprador leva meses entre a primeira busca e a assinatura, consulta portais, compara plantas e financiamento, pergunta a amigos e só procura o corretor ou o arquiteto quando já tem uma lista curta.

É também um dos setores com mais regras de publicidade. A Lei 4.591/1964 condiciona a venda de imóvel na planta ao registro da incorporação, o COFECI exige o número do CRECI nos anúncios de imobiliárias e corretores, o CAU/BR regula a divulgação de arquitetos e o Código de Defesa do Consumidor faz do anúncio parte do contrato.

A demanda se concentra nos portais imobiliários e no Google, com o Instagram como vitrine de decorado, obra e projeto pronto. Esta página reúne o que vale para toda a cadeia, da incorporadora ao designer de interiores, e mostra o que muda em cada uma.

Como o comprador de imóvel pesquisa

Quem compra imóvel pesquisa por bairro, tipologia e preço: "apartamento 3 quartos no Ecoville", "lançamento imobiliário em Maringá", "casa em condomínio em Campinas", "apartamento na planta Florianópolis", "imóvel até 400 mil com FGTS". Para essas buscas, o Google mostra primeiro os portais (ZAP, Viva Real, OLX, Imovelweb), depois sites de incorporadoras e imobiliárias e o mapa com as imobiliárias do bairro. Quem aluga pesquisa do mesmo jeito, com mais pressa e menos comparação.

A decisão de compra tem etapas claras, e cada uma pede um conteúdo diferente da imobiliária ou da incorporadora:

  • Descoberta: portais, Google e anúncios no Instagram montam a lista de imóveis possíveis.
  • Comparação: planta, vagas, posição solar, distância do trabalho e da escola, reputação da construtora ("é confiável", "atraso de obra", "Reclame Aqui").
  • Financiamento: simulação de parcela, uso do FGTS, enquadramento em programa habitacional, entrada parcelada durante a obra.
  • Visita e proposta: decorado, estande ou visita ao imóvel pronto, quase sempre com a família junta, e a proposta negociada pelo corretor.

Do lado de quem vende, as buscas que chegam até uma agência são "marketing para imobiliárias", "marketing para incorporadoras", "marketing para construtoras e incorporadoras" e "marketing digital para arquitetos". O Google responde com guias de blog e agências especializadas em mercado imobiliário. Ganha a página que explica como o comprador decide, não a que lista serviços.

O calendário do setor é menos de datas comemorativas e mais de crédito e de obra. A taxa de juros e as regras de financiamento mudam o volume de busca mais que qualquer mês do ano. Para a incorporadora, quem manda é o ciclo do empreendimento: pré-lançamento, lançamento, obra e estoque final. Para a imobiliária, a locação sobe no início do ano, com mudança de escola e de emprego. Para arquitetos e designers de interiores, a procura acompanha a entrega de chaves dos prédios novos e o décimo terceiro, que financia a reforma do início do ano.

O que a norma permite

Cinco conjuntos de regras definem o que a cadeia imobiliária pode anunciar e como pode tratar os contatos:

  • Lei 4.591/1964 (incorporações): o incorporador só pode negociar unidades depois do registro da incorporação no cartório de registro de imóveis, e o número desse registro deve constar dos anúncios. Antes dele, o pré-lançamento capta interessados; não vende, não recebe sinal e não publica tabela.
  • COFECI e CRECI: imobiliária e corretor anunciam com o número de inscrição no CRECI, e a divulgação de um imóvel depende de autorização do proprietário. Anúncio sem CRECI ou de imóvel sem autorização pode virar processo disciplinar no conselho regional.
  • CAU/BR: a Lei 12.378/2010 regulamenta a arquitetura e criou o CAU, cujo Código de Ética e Disciplina pede publicidade sóbria e informativa, com identificação do profissional e do registro e trata a concorrência desleal entre profissionais como infração ética. Projeto mostrado no portfólio é obra autoral: a autoria e a permissão do cliente para publicar fotos da casa entram antes do post.
  • Código de Defesa do Consumidor: a oferta suficientemente precisa obriga quem a faz (artigo 30), e a publicidade enganosa é proibida (artigo 37). Metragem, vagas, itens de lazer e acabamento anunciados viram obrigação na entrega. Perspectiva ilustrativa precisa ser identificada como tal, e "a 5 minutos do centro" precisa ser verdade fora do horário de pico.
  • LGPD: o lead imobiliário traz nome, telefone, renda e às vezes CPF para simulação. Repassar esse contato a corretores parceiros, a correspondentes bancários ou a outra imobiliária exige base legal e transparência sobre quem vai ligar. O CRM precisa registrar a origem e o consentimento de cada lead, e lista comprada não serve.

O que muda de uma especialidade para outra

O comprador é o mesmo, mas cada elo da cadeia vende uma coisa diferente e tem uma regra própria:

  • Marketing para incorporadoras, construtoras e imobiliárias: o calendário é o do empreendimento, do pré-lançamento ao estoque final, e cada anúncio de imóvel na planta leva o número do registro da incorporação; a venda fecha no estande, com o simulador de financiamento na mesa.
  • Marketing para corretores de imóveis: o corretor autônomo vende a si mesmo, com CRECI em toda peça e autorização do proprietário para cada imóvel; a autoridade local (bairro, condomínio, tipo de imóvel) vale mais que volume de anúncios nos portais.
  • Marketing para arquitetos: o cliente compra o projeto antes de existir, então o portfólio com cada obra contada faz a venda; o Código de Ética do CAU pede sobriedade e identificação do registro, e a indicação de clientes satisfeitos pesa tanto quanto o Instagram.
  • Marketing para designers de interiores: Instagram e Pinterest são a vitrine, a profissão é regulamentada por lei federal e a parceria com arquitetos, marcenarias e lojas de acabamento traz parte relevante dos pedidos de orçamento.

O que fazemos e em que ordem

A ordem é a mesma para os quatro elos: primeiro a estrutura que registra de onde vem cada contato, depois a mídia que traz o contato.

1. Desenvolvimento web

Para a incorporadora, uma página por empreendimento com plantas, tabela de metragens, mapa do entorno, andamento da obra e simulador de parcela, com o registro da incorporação no rodapé. Para a imobiliária, site com busca por bairro, faixa de preço e quartos, integrado aos portais por XML para que o imóvel não seja cadastrado duas vezes. Para o arquiteto e o designer de interiores, portfólio com cada projeto contado: o problema do cliente, a solução adotada, os materiais e as fotos, com uma página por tipo de projeto (residencial, comercial, reforma de apartamento). Toda landing page grava a origem do lead no CRM.

2. Tráfego pago

Google Ads para as buscas com bairro e tipologia, Meta Ads com público por região e renda presumida, remarketing para quem viu a planta e não pediu contato. A verba se concentra no lançamento e no estoque final para incorporadoras, e na carteira de imóveis com mais procura para imobiliárias. O indicador é custo por visita agendada e por proposta, não custo por lead, porque o lead imobiliário barato costuma ser de quem não tem renda para a unidade.

3. SEO

Páginas por bairro, por tipologia e por empreendimento, perfil no Google da imobiliária e do estande, avaliações respondidas. O SEO não tira os portais do topo, mas coloca a marca na busca de quem já sabe o que quer: o nome do empreendimento, "imobiliária no bairro X", "arquiteto residencial em Maringá".

4. Gestão de redes sociais

Conteúdo que segue a obra (lançamento, decorado, evolução mês a mês, entrega de chaves) e responde à pergunta "é confiável" antes de o comprador fazê-la. Para arquitetos e designers, antes e depois, processo de projeto e detalhes de execução, com a permissão do cliente.

5. E-mail marketing

Nutrição de quem pediu informação e ainda não visitou, aviso de nova unidade ou de nova condição de pagamento, relacionamento com quem comprou na planta durante a obra. O cliente satisfeito na entrega de chaves é quem indica o próximo comprador.

No portfólio, a Integrare desenvolveu a identidade visual e o conteúdo de redes da MZ & Associados, imobiliária posicionada como "Imobiliária Descomplicada"; criou a marca da Roberta Rosa Arquitetura em Maringá; trabalhou por doze meses com a Wood4All, marcenaria de alto padrão de São Paulo parceira de arquitetos, em rebranding, site, redes e Meta Ads; e fez a identidade visual da J de Pieri, de materiais para casa e reforma. Atendemos imobiliárias, construtoras e arquitetos em Maringá, Curitiba, São Paulo, Florianópolis e Campinas, além de outras cidades a distância.

Resultados esperados e prazos

  • 30 dias: CRM ligado ao site, aos portais e aos formulários, com origem e consentimento registrados; página do empreendimento ou carteira de imóveis publicada; anúncios revisados para CRECI, registro da incorporação e perspectiva identificada. Indicadores: leads com origem conhecida e tempo de primeiro atendimento.
  • 90 dias: campanhas pagas otimizadas por visita agendada, páginas por bairro e tipologia indexadas, rotina de conteúdo de obra ou de projeto no ar. Indicadores: visitas ao estande ou ao imóvel, custo por visita e taxa de lead para visita.
  • 180 dias: funil completo medido do lead à proposta e à venda, com comparação entre portais, Google, Meta e indicação. Indicadores: propostas e vendas por canal, custo por venda e velocidade de venda do empreendimento.

O imóvel tem ciclo longo, e o lead de hoje pode comprar daqui a seis meses. Não prometemos número de vendas nem prazo de esgotamento do lançamento; mostramos todo mês quanto custou cada visita e cada proposta, e de onde ela veio.

05 Dúvidas frequentes 05 / 07

Perguntas frequentes

Comece pelo CRM e pelo site, para saber de onde vem cada contato. Depois crie páginas por empreendimento, bairro e tipologia, anuncie no Google e no Meta para quem pesquisa aquela região e faixa de preço, e mantenha conteúdo de obra ou de carteira nas redes. Meça visitas e propostas por canal, não só leads, porque o lead barato raramente compra.

O que combina portais, perfil no Google e site próprio integrado ao CRM. Os portais trazem volume, o Google traz quem procura imobiliária no bairro e o site guarda o contato com origem registrada. Anúncio pago entra para os imóveis com mais procura. O que diferencia a imobiliária é o tempo de resposta ao lead, que precisa ser medido.

Sim. A Lei 4.591/1964 condiciona a negociação de unidades ao registro da incorporação no cartório de registro de imóveis e exige que o número desse registro conste dos anúncios. Antes do registro, o pré-lançamento pode captar interessados, mas não pode vender, receber sinal nem divulgar tabela de preços.

Sim. As regras do COFECI exigem que imobiliárias e corretores informem o número de inscrição no CRECI na publicidade, inclusive em redes sociais e portais. O corretor também precisa de autorização do proprietário para anunciar o imóvel. Anúncio sem esses cuidados pode gerar processo no conselho regional.

Pode. O Código de Ética do CAU não proíbe anúncio pago, mas pede publicidade sóbria e informativa, com identificação do profissional e do registro, e trata a concorrência desleal entre profissionais como infração ética. Fotos de obras de clientes exigem permissão deles, e a autoria do projeto deve ser respeitada.

Qualifique na página e no anúncio: mostre faixa de preço, tipologia e condições de pagamento, e pergunte no formulário a renda e o uso do FGTS. Segmente a mídia por região e renda presumida e faça remarketing de quem viu as plantas. Meça custo por visita ao estande, não por formulário preenchido.

Pode, desde que identificada como perspectiva ilustrativa. Pelo Código de Defesa do Consumidor, a oferta suficientemente precisa vincula quem a faz, e itens mostrados na imagem, como lazer, acabamento e paisagismo, podem ser cobrados na entrega. Use legenda clara e só mostre o que está no memorial descritivo.

Seus leads imobiliários viram visita e proposta?

Conte qual empreendimento, carteira ou escritório precisa vender. Mostramos o funil medido do anúncio à proposta.

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