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Marketing para Médicos e Clínicas

Pacientes que encontram seu consultório quando pesquisam a queixa, o exame ou o especialista na cidade, com comunicação dentro da Resolução CFM 2.336/2023.

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Por que escolher a Integrare para Médicos e Clínicas?

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Página por especialidade

Conteúdo e campanhas separados por queixa, exame e procedimento, para cada especialidade da clínica.

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Dentro da norma do CFM

Peças com nome, CRM e RQE, sem promessa de resultado nem sensacionalismo, seguindo a Resolução CFM 2.336/2023.

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Consulta medida por canal

Ligações, WhatsApp e agendamentos rastreados para saber quanto custa cada consulta e de onde ela vem.

O marketing médico, ou marketing para médicos, existe para levar ao consultório o paciente que precisa do que você faz: quem pesquisa a dor, o exame pedido pelo clínico ou o nome da especialidade com a cidade. Esse paciente não compra por impulso. Ele lê sobre a doença, confere o convênio, olha as avaliações no Google e, quando a cirurgia ou o tratamento é longo, procura uma segunda opinião antes de marcar.

A publicidade médica no Brasil segue a Resolução CFM 2.336/2023, em vigor desde março de 2024. Ela abriu espaço para conteúdo educativo, para mostrar consultório e equipe e, com condições, para imagens de antes e depois; manteve vedadas a promessa de resultado e o sensacionalismo. Psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, biomédicos e veterinários seguem o conselho da própria profissão, com regras parecidas e detalhes diferentes.

A demanda se concentra no Google: na busca por sintoma, na busca por especialista e no mapa local. O Instagram e o YouTube entram depois, como lugar onde o paciente confere quem é o médico antes de agendar.

Como o paciente pesquisa um médico

Do lado de quem contrata a agência, as consultas que chegam a este site são "marketing para clínicas de dermatologia", "google ads ortopedias", "marketing digital ortopedias", "marketing para ginecologistas e obstetras", "marketing para psiquiatra" e "inbound marketing para clínicas". Elas mostram que o médico já procura uma abordagem por especialidade, não um pacote genérico de redes sociais.

Do lado do paciente, a pesquisa passa por três momentos:

  • Sintoma ou dúvida: "dor no peito ao fazer esforço", "manchas na pele que coçam", "insônia há meses". O Google responde com portais de saúde, artigos de hospitais e, cada vez mais, com o resumo gerado por IA, que cita as fontes que explicam melhor.
  • Exame ou procedimento: "teste ergométrico preparo", "ultrassom morfológico com quantas semanas", "cirurgia de catarata recuperação". Quem pesquisa já tem pedido médico ou indicação e está escolhendo onde fazer.
  • Médico: "cardiologista em Maringá", "dermatologista que atende Unimed", "psiquiatra on-line". O Google mostra o pacote de mapa com três consultórios, as avaliações e as páginas das clínicas da cidade.

A decisão muda com a urgência e com o valor. Consulta de rotina e retorno se decidem por convênio, distância e horário livre, quase sempre no mapa. Cirurgia eletiva, tratamento psiquiátrico e procedimento estético se decidem em semanas, com leitura de conteúdo, vídeo e avaliação de outros pacientes. Em pediatria, geriatria e neurologia, quem pesquisa nem sempre é o paciente: são os pais ou os filhos adultos.

Para "marketing para clínicas" e "marketing médico", o Google mistura guias de blog, agências que atendem só saúde e diretórios. A página que se mantém é a que explica como o marketing funciona em cada especialidade, e é por isso que esta página aponta para as especialidades abaixo.

O que a norma permite

A Resolução CFM 2.336/2023 define o que o médico pode publicar em qualquer canal, inclusive no perfil pessoal:

  • Identificação: nome, número do CRM e, ao se apresentar como especialista, o número do RQE (Registro de Qualificação de Especialista). Sem RQE na área, o médico não se anuncia como especialista, mesmo com pós-graduação.
  • Proibido: prometer ou garantir resultado, usar linguagem sensacionalista, apresentar técnica como exclusiva ou superior sem respaldo científico e expor paciente de forma que o identifique sem autorização.
  • Antes e depois: admitido quando tem caráter educativo, mostra indicações e limites do tratamento, conta com autorização do paciente e não é usado como promessa.
  • Preço: a resolução admite informar o valor da consulta e as formas de pagamento. O que fica fora é transformar preço em chamariz, com promoção, sorteio ou desconto condicionado.
  • Conteúdo educativo: explicar doenças, exames e tratamentos, mostrar consultório, equipe e equipamentos, participar de entrevistas e eventos.

As profissões de saúde que não são médicas seguem seus conselhos: CFP para psicólogos, CFN para nutricionistas, COFFITO para fisioterapeutas, CFFa para fonoaudiólogos, CFBM para biomédicos e CFMV para veterinários. Todos vedam promessa de resultado e pedem identificação do registro na peça; o tratamento de antes e depois e de depoimentos varia de um para outro.

Duas regras valem para todos. A LGPD (Lei 13.709/2018) trata dado de saúde como dado sensível, o que pede cuidado com formulário de agendamento, conversa no WhatsApp e lista de remarketing. E as políticas de saúde do Google Ads e da Meta restringem anúncios com nome de medicamento de prescrição e segmentação por condição de saúde, o que afeta campanhas de emagrecimento, dermatologia e psiquiatria.

Para um panorama do setor, o artigo sobre o cenário do marketing médico digital no Brasil reúne dados e tendências.

O que muda de uma especialidade para outra

A norma é a mesma para todos os médicos, mas a busca, o ticket e o canal mudam muito de uma área para outra. Cada página abaixo trata disso em detalhe:

  • Marketing para Cardiologistas: a busca se divide entre exame (teste ergométrico, holter, ecocardiograma) e consulta, e uma página por exame com preparo e convênios converte mais que a página genérica do consultório.
  • Marketing para Medicina Fetal: o pedido vem do obstetra e a gestante pesquisa o exame pela semana de gestação, então o calendário da gravidez é a sazonalidade e o obstetra é o principal canal.
  • Marketing para Pediatras: quem pesquisa são os pais, muitas vezes à noite e com pressa, e o perfil do Google com horário, convênio e avaliações decide a escolha.
  • Marketing para Ginecologistas e Obstetras: o pré-natal cria vínculo de meses e o parto define a escolha, com conteúdo sobre plano de parto e fertilidade em linguagem sóbria.
  • Marketing para Oftalmologistas: cirurgia refrativa e catarata têm ticket alto e pesquisa longa, enquanto consulta de rotina depende do mapa local.
  • Marketing para Endocrinologistas: obesidade, diabetes e tireoide atraem volume alto de busca, e anúncio sobre medicamento para emagrecimento esbarra nas políticas do Google e da Meta.
  • Marketing para Biomédicos: a biomedicina estética segue o CFBM e não o CFM, com anúncio de injetáveis sem nome comercial de medicamento e sem promessa.
  • Marketing para Fonoaudiólogos: a demanda vem de pais (atraso de fala), de idosos (audição) e de profissionais da voz, e a indicação de pediatras e otorrinos pesa tanto quanto o Google.
  • Marketing para Clínicas Médicas: check-up e atendimento primário se decidem por convênio, distância e horário, o que faz do Perfil da Empresa no Google o canal central.
  • Marketing para Ortopedistas: Google Ads separado por queixa (joelho, coluna, ombro) e busca por subespecialidade, com a cirurgia como conversão que importa.
  • Marketing para Urologistas: próstata, disfunção erétil e incontinência levam o paciente a pesquisar em silêncio, e o conteúdo informativo vence o anúncio de impulso.
  • Marketing para Neurologistas: enxaqueca e epilepsia trazem o próprio paciente, demência traz o filho adulto, e cada condição pede uma página com ciclo de decisão próprio.
  • Marketing para Psiquiatras: o estigma faz o paciente pesquisar por sintoma e sem nomear a doença, e a teleconsulta amplia o raio da busca para além da cidade.
  • Marketing para Geriatras: o decisor é o filho que cuida dos pais, que pesquisa quedas, memória e cuidado domiciliar.
  • Marketing para Cirurgiões Plásticos: ticket alto, meses de decisão e Instagram como vitrine, com antes e depois só em formato educativo.
  • Marketing para Dermatologistas: a agenda se divide entre dermatologia clínica (acne, psoríase, câncer de pele) e estética, e cada lado pede campanha e página próprias.
  • Marketing para Psicólogos: segue o CFP, com posicionamento por abordagem e público e regras próprias para o atendimento on-line.
  • Marketing para Nutricionistas: segue o CFN, e promessa de quilos perdidos ou de prazo de emagrecimento é o ponto mais sensível das peças.
  • Marketing para Fisioterapeutas: segue o COFFITO, com busca por queixa e pós-operatório e parceria com ortopedistas como fonte de pacientes.
  • Marketing para Clínicas Veterinárias: segue o CFMV, quem decide é o tutor e o atendimento 24 horas e a vacinação puxam a busca local.

O que fazemos e em que ordem

A sequência começa pelo que o paciente vê quando chega (marca e site) e termina na mídia, que só rende quando a página converte em agendamento.

1. Branding

Posicionamento do médico ou da clínica (especialidade, público, faixa de preço, convênio ou particular) e identidade visual aplicada ao consultório, ao site, às redes e aos receituários. No consultório individual, a marca costuma ser o próprio nome do médico, e o trabalho é dar a ele uma apresentação consistente.

2. Desenvolvimento web

Site com uma página por especialidade, exame ou procedimento, CRM e RQE visíveis, convênios aceitos, endereço de cada unidade e agendamento em poucos toques. Formulários com aviso de privacidade e sem campo de saúde desnecessário, por causa da LGPD.

3. SEO

Perfil da Empresa no Google com categoria correta, fotos reais e resposta às avaliações sem expor dado de saúde. Conteúdo que responde às buscas de sintoma e de exame, revisado pelo médico, para que o consultório apareça antes da decisão. O guia de SEO para clínicas detalha as etapas.

4. Tráfego pago

Google Ads por queixa, exame ou procedimento, com palavra-chave de intenção ("consulta", "especialista", nome da cidade) e negativação de busca de curioso. Ligações, cliques no WhatsApp e agendamentos medidos como conversão. Meta Ads para remarketing e para procedimentos eletivos, sempre dentro das políticas de saúde da plataforma.

5. Gestão de redes sociais

Instagram e YouTube com o médico explicando exames, tratamentos e cuidados, em vídeos curtos. É o conteúdo que o paciente de cirurgia e de tratamento longo consome antes de marcar, e o espaço que a norma do CFM mais abriu.

No portfólio da Integrare estão a marca e o conteúdo do Instituto de Saúde e Ortopedia do Dr. Samuel Machado, a identidade e as peças educativas sobre saúde mental do psiquiatra Dr. Joel Darte, a marca, o site e a captação para procedimentos da Clínica Lupepsa e o sistema de marca da Addere, clínica de saúde integrada. Atendemos médicos e clínicas em Maringá, Curitiba, São Paulo, Londrina e Brasília, além de outras cidades a distância.

Resultados esperados e prazos

Os prazos abaixo indicam quando cada indicador começa a se mexer. Não há garantia de número de pacientes, e a própria norma do CFM veda prometer resultado.

  • 30 dias: perfil do Google corrigido, site ajustado com páginas por especialidade, conversões configuradas e primeiras campanhas por queixa no ar. Indicadores: ligações, cliques no WhatsApp e custo por contato.
  • 90 dias: páginas de exame e procedimento indexadas, campanhas refinadas pelos termos que geram consulta e rotina de conteúdo no Instagram. Indicadores: consultas agendadas por canal e custo por consulta.
  • 180 dias: busca orgânica trazendo pacientes de sintoma e de exame, com menor dependência da mídia. Indicadores: consultas particulares e de convênio por origem, procedimentos e cirurgias originados no digital.

O número que decide se a verba está certa não é o de seguidores: é quantas consultas vindas do digital viram tratamento, procedimento ou retorno.

05 Dúvidas frequentes 05 / 07

Perguntas frequentes

É o conjunto de ações que levam o paciente certo ao consultório: site com páginas por especialidade e exame, perfil no Google, conteúdo educativo, anúncios por queixa e redes sociais. No Brasil, tudo segue a Resolução CFM 2.336/2023, que permite educar e mostrar o consultório e proíbe prometer resultado e usar sensacionalismo.

Pode. A Resolução CFM 2.336/2023 não proíbe anúncio pago; ela exige identificação com nome, CRM e RQE quando há especialidade, e veda promessa de resultado e sensacionalismo. Google e Meta têm políticas próprias para saúde, que restringem nome de medicamento de prescrição e segmentação por condição de saúde. A campanha precisa respeitar as duas regras.

A resolução admite imagens de antes e depois quando têm caráter educativo, mostram indicações e limites do tratamento, contam com autorização do paciente e não são usadas como promessa de resultado. Fica fora a foto que vende o procedimento como garantia. Na dúvida sobre uma peça específica, consulte o CRM do seu estado antes de publicar.

A Resolução CFM 2.336/2023 admite informar o valor da consulta e as formas de pagamento. O que continua vedado é usar o preço como chamariz, com promoção, sorteio ou desconto condicionado. Informar o valor no site e no atendimento costuma reduzir contato que não vira consulta, porque o paciente chega sabendo quanto vai pagar.

Trate cada especialidade como um produto: página própria no site, campanha própria no Google Ads e pauta própria nas redes, com o médico responsável identificado com CRM e RQE. Uma página única de "clínica médica" disputa buscas genéricas. O perfil no Google deve listar as especialidades e os convênios de cada unidade.

Anúncios no Google começam a gerar contatos nas primeiras semanas, desde que a página de destino e a medição estejam prontas. SEO e conteúdo levam de três a seis meses para trazer pacientes de forma constante. O acompanhamento deve ser por consultas agendadas por canal, e não por curtidas ou visitas ao site.

Não. Cada profissão segue o próprio conselho: CFP para psicólogos, CFN para nutricionistas, COFFITO para fisioterapeutas, CFFa para fonoaudiólogos, CFBM para biomédicos e CFMV para veterinários. As regras se parecem com as do CFM (identificação do registro, nada de promessa de resultado), mas mudam em pontos como antes e depois, depoimentos e atendimento on-line.

Sua agenda tem os pacientes que você quer atender?

Mostramos como os pacientes da sua especialidade pesquisam na sua cidade e qual plano de canais cabe dentro da norma do seu conselho.

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